15 PASSOS PARA A ESPOLIAÇÃO FINANCEIRA SOB PROTEÇÃO ESTATAL

15 PASSOS PARA A ESPOLIAÇÃO FINANCEIRA SOB PROTEÇÃO ESTATAL
Preste muita atenção à seguinte fórmula:
1)
Repita milhares de vezes que um produto é
essencial à vida (verdade);
2)
Monte uma empresa sob a proteção do estado (uma
empresa estatal);
3)
Monte um gigantesco aparato estatal de proteção;
4)
Crie órgãos de regulação que na verdade regulam
apenas a favor da regulada/fiscalizada;
5)
Tenha uma imensa estrutura diretiva para
acomodar os “amigos do Rei”;
6)
Tenha apoio jurídico estatal para poder
perpetuar seu serviço e em caso de ruptura do contrato (por parte do
contratante, é claro) poder cobrar milhões de indenização, coagindo assim, de
forma completamente “legal” mas imoral o contratante (Prefeituras) e os
usuários do sistema/serviço/produto;
7)
Monte um imenso marco regulatório onde somente,
e exclusivamente, você possa fornecer o produto que pode ser facilmente
encontrado em qualquer terreno da região serrana do RS;
8)
Ofereça patrocínios aos eventos nas cidades em
que você fornece seu produto (a título de “bondade” mas na verdade é apenas um “cala
boca”);
9)
Prometa investimentos vultuosos, mas invista
apenas o suficiente para atender a demanda média;
10)
Quando a procura for maior que a oferta (devido
a sua incompetência artificial e proposital), prometa mais investimentos para
resolver o problema e faça diversos buracos pela cidade para que seus clientes
pensem que você realmente está disposto a resolver o problema e equilibrar a
balança;
11)
Não se preocupe com ações judiciais dos
consumidores contra a sua empresa pois a estrutura jurídica estatal vai te
ajudar pedindo para que os clientes lesados entrem com ações individuais, o que
reduz muito a quantidade de ações pois as pessoas normalmente não acionam na
justiça órgãos ou empresas tuteladas pelo estado porque sabem que tudo demora e
dificilmente receberiam uma indenização;
12)
Trate o seu consumidor como se fosse um
potencial fraudador e “blinde” a entrega do seu produto para que ele não
adultere o equipamento utilizado para marcar o consumo;
13)
Não se preocupe se sair “ar” no terminal do
consumidor, o que importa mesmo é o volume que passa pelo relógio e fica
devidamente registrado no equipamento utilizado para marcar o consumo e a
geração da fatura de trinta em trinta dias;
14)
Quando reclamarem da qualidade do seu produto,
diga que o culpado é o seu consumidor pois não o descarta adequadamente;
15)
Quando a pressão dos consumidores for
insuportável (após anos faturando e repassando lucros ao acionista majoritário)
faça uma PPP e não precisará investir um único centavo.
Ricardo Veras


Bom dia
ResponderExcluirInteressante!